10 de fev de 2007

Efémera dor


Apelo
de chama
volúpia
de asa
efémera dor
derradeira cinza.

7 comentários:

Baby disse...

Lindo
Muita beleza
Um abraço
Mouro do Barlavento

Maria Manuel disse...

O jamais pesa mais do que o que os nossos ombros podem suportar....

AS disse...

Enquanto isso, coze por dentro o barro de que somos feitos...

Um lindo poema Vénus!

Um beijo e bom fim de semana

Ana disse...

Apelo que as palavras definem como um lamento. Gostei.
Um beijo.

Baby disse...

São escassas as palavras para exprimir o que as tuas me disseram!
Demais..
Baby

Manuel disse...

Que calor perpassa na tua sensual imaginação? Belos poemas os que escolhes e também este teu, depois embalados por uma melodia extraordinária. Sabe bem ficar por aqui e deixar-me enlevar...
Um beijo.

Juan Pérez Escribano disse...

...como el mar...suave y fuerte a la vez...