8 de mai de 2007

Quando aqui não estás...


Quando aqui não estás
O que nos rodeou põe-se a morrer
A janela que abre para o mar
Continua fechada só nos sonhos
Me ergo
Abro-a
Deixo a frescura e a força da manhã
Escorrerem pelos dedos prisioneiros
Da tristeza
Acordo
Para a cegante claridade das ondas
Um rosto desenvolve-se nítido
Além
Rasando o sal da imensa ausência
Uma voz
“Quero morrer
Com uma overdose de beleza”


Al Berto

2 comentários:

Daniel Aladiah disse...

Quando aqui não estou, estou em lugar secreto...
Um beijo
Daniel

M disse...

Cuando no estás mi corazon está incompleto.

Bellísimo Blog..