19 de out de 2011



Depois do amor, o amor.
E amor ainda enquanto a pele acorde sobre o osso.
Asa dourada, sumo de ferida
cilente precipício para o corpo.
Depois do amor, o amor.
E amor ainda... quando se afasta o riso do meu rosto.
Carta cigana, fera comovida
estrela atravessada em meu pescoço.
Vulcão acorrentado no meu peito
sofreguidão de vida ardente e solta
ferrão me transpassando sob o leito
palavra ensangüentada em minha boca: Amor
Amor consome esta voragem
eu, humano pavio, me entrego à chama.
Amor que é sempre marca de coragem
iluminando os braços de quem ama.

 (NOGUEIRA, 1979)

5 comentários:

Nilson Barcelli disse...

Olá querida amiga Nane.
Gostei do poema, ainda que não conheça o autor.

Beijos, com muita saudade...

Pete disse...

stunning

Daniel Aladiah disse...

Querida Eliane
Cá vou passando, foragido da net, mas não esquecido.
Um beijo
Daniel

SweetMelody disse...

Olá
Pela primeira vez, eu é que irá enviar um raio de sol, da França?
Na verdade, é muito, muito bom agora, mas a temperatura é de apenas 5 ° C, por isso não é muito quente.
Espero que este comentário pouco você encontra em excelente saúde,
Seu blog é sempre tão atraente, é um prazer entrar e dar uma breve visita.
Embora às vezes eu não tenho muito tempo, mas hey, que é a vida, os dias já não são o suficiente!
Oh eu quis dizer! Se você quiser imagens ou banner para o seu site não hesite em perguntar-me, dizendo o que você deseja, ea cor dominante.
Eu digo, não como eu faria no dia, mas eu o faria.
Desejo-lhe um dia muito agradável
Sei que eu agradecemos a sua visita
beijos
cordialmente
Chris
http://nsm01.casimages.com/img/2009/03/27//090327025322505743381373.jpg

Tutte Peever disse...

Can't understand a word on any of your posts, much to my regret.
Love your images however and can read much about you without words.