28 de abr de 2012

Vertigem




Fecho os olhos
vertigem
de tanto
tanto
amar-te

Num compasso
intenso
sem rumo
sem chão

Libélula
ferida
implorando
implorando
porto abrigo
dos teus lábios
nos meus

Unidos
na imensidão
de todos os mares...



Nane

Um comentário:

Isidro Esteves disse...

Olá, Nane!
Gostei muito deste seu poema!
De conteúdo intenso, parece-me deixar antever uma alma sedenta de um amor distante e não inteiramente correspondido.
Francamnete, gostei!