
Não sei-te mais
já não escrevo
meu coração
ardente de melancolia
agita-se
na voluptuosidade
das paixões de seda
desliza
já não escrevo
meu coração
ardente de melancolia
agita-se
na voluptuosidade
das paixões de seda
desliza
na doçura suave de uns lábios
nas noites intermináveis
O meu quarto é branco e preto
vermelho só a cor do silêncio
todo meu corpo é luz acesa
dos meus lábios
vertem mel e gengibre
talhando a garganta
estancando ás lágrimas
Tenho o teu nome escorrendo
em cada veia
És uma faca cravada na minha pele nua...
nas noites intermináveis
O meu quarto é branco e preto
vermelho só a cor do silêncio
todo meu corpo é luz acesa
dos meus lábios
vertem mel e gengibre
talhando a garganta
estancando ás lágrimas
Tenho o teu nome escorrendo
em cada veia
És uma faca cravada na minha pele nua...
3 comentários:
lindo!
Lindo, Eliane... sentido.
Um beijo
Daniel
Lindo, palavras que cavam sulcos no silêncio das nossas almas.
"Tenho o teu nome escorrendo em cada veia",é algo que nos toca!
Beijos.
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